Maicom Santos, Advogado

Maicom Santos

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Euclides Araujo, Advogado
Euclides Araujo
Comentário · há 9 anos
Nobres Colegas, não obstante ao teor do texto, veio para enriquecer nossos conhecimentos acerca da matéria, trata-se de uma oportuna e necessária abordagem. Parabéns. Nos últimos dias, o cerne dos temas e dos debates postados no site, tem sido a obrigação dos pais de prestarem alimentos aos filhos. Diante deste fato, forçoso se mostra reiterar meu posicionamento e minhas ponderações postados de forma salutar acerca do tema. Pois, bem. Um verdadeiro pai, sabe que a sua obrigação com o filho jamais será encerrada. Se ele nutre amor pelo filho sempre estará presente na vida dele para ajudá-lo. O amor de pai para com o filho não pode ser aferido pela pecúnia oferecida a titulo de alimentos. Ser pai é um título remido eterno, esta regra também se aplica a mãe. É triste saber que muitos genitores olham para os filhos como se fosse um estorvo financeiro, clama aos céus para que o filho complete a maioridade para se livrar da obrigação. Um pai que pensa desta forma, para mim é um digno de dó, um desalmado, desprovido do amor e acima de tudo egoísta. Não se pode olvidar, o filho é a sua descendência que herdará a terra, assim, contextualiza os versos bíblicos, a obrigação de um pai não se encerra com a maioridade do filho, ela é perpetua, sempre que o filho necessitar, um bom pai deverá estar presente na vida dele. Infelizmente vivemos em um momento em que a ganancia, a mesquinhez e o egocentrismo passaram a dominar, sucumbindo a sentimentalidade humana e o amor. Um verdadeiro pai, jamais precisaria ser compelido pela justiça para prestar auxilio ao filho, não precisaria ser punido com uma indenização pela falta de afeto. Um verdadeiro pai jamais esqueceria que o filho não pediu para nascer, o genitor não é obrigado a viver com a mãe do seu filho e vice versa, mas tem obrigação natural de amar, cuidar e educar o filho e ainda, a obrigação de lhe fornecer um apoio de sustentabilidade na vida adulta para que ele se tornem alguém que lhe dê orgulho. A mesma regra se aplica a mãe. É triste saber que muitos pais, olham para seus filhos apenas como uma despesa com data de validade. Aonde ficou o amor pelo filho? Só Deus pode responder a esta infâmia atitude de um pai desalmado. Lembrem-se, cedo ou tarde, iremos envelhecer, poderemos precisar dos nossos filhos para concluir a longa estrada da vida. Faço uso de dois velhos adágios populares para encerrar, que diz: “ Quem planta chuva, colhe tempestade “. “ A colheita dos bons frutos só depende da semente que você planta “.
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